sábado, 13 de maio de 2017

A IGREJA REFORMADA E AS "OUTRAS": DIFERENÇAS TRISTEMENTE CHOCANTES

A MAIOR PARTE DO QUE AQUI SE ENCONTRA É ESTRANHAMENTE MANTIDA EM OCULTO OU SIMPLESMENTE NEGADA PELO CALVINISMO

O QUE CREEM AS DENOMINAÇÕES REFORMADAS OU CALVINISTAS
O QUE CREEM OS DEMAIS SEGMENTOS RELIGIOSOS CRISTÃOS
01
Calvinismo rejeita qualquer tipo de iniciativa humana em direção a Deus
As outras Denominações creem na possibilidade da voluntariedade humana
02
Calvinismo crê na irresistibilidade da Graça
As outras Denominações creem na possibilidade de rejeição da Graça
03
Calvinismo não crê em orações que ecoem nos céus e que por elas Deus se mova
As outras Denominações creem que Deus ouve orações
04
Calvinismo não crê em orações para curas de enfermidades
As outras Denominações creem que as orações são eficazes relativamente a enfermidades
05
Calvinismo não crê em nenhum dom espiritual na atualidade
As outras Denominações creem em todos os dons espirituais descritos na Bíblia como perfeitamente aplicáveis aos dias atuais
06
Calvinismo não crê, por exemplo, em profecias
As outras Denominações creem que o homem está apto a profetizar na forma Bíblica
07
Calvinismo não crê, por exemplo, em milagres
As outras Denominações creem que os milagres permanecem plenamente possíveis
08
Calvinismo não crê, por exemplo, na espiritualidade verbal em línguas
As outras Denominações creem na manifestação de línguas na forma Bíblica
09
Calvinismo crê que as línguas eram meramente idiomas de outros países (Espanhol, Inglês, Russo, Grego, Japonês, Coreano)
As outras Denominações creem que o dom de línguas consistia em falar em mistérios, isto é, não falar aos homens, mas a Deus, em sintonia com o que ensina a Bíblia
10
Calvinismo considera como infiéis ou hereges as Denominações não reformadas
As outras Denominações não fazem acepção e reputam como irmãs em Cristo as demais
11
Calvinismo considera revogado o capítulo 5:14-18 do Livro de Tiago
As outras Denominações creem perfeitamente na Bíblia por inteiro
12
Calvinismo proíbe ou desaconselha o casamento entre Reformados com membros de outras Denominações
As outras Denominações nem cogitam isso
13
Calvinismo defende que seus Pastores detêm o poder das chaves dos céus
As outras Denominações não sustentam tal ponto de vista, com esse viés, com essa intensidade
14
Calvinismo defende que seus Pastores podem perdoar pecados ou reter pecados
As outras Denominações não adotam essa doutrina, muito menos com esse pretendido caráter centralizador ou monopolizador
15
Calvinismo defende que seus membros devem confessar os pecados aos Pastores
As outras Denominações não adotam essa prática, que sabidamente tem origem no Catolicismo Romano
16
Calvinismo defende que a liturgia deve ser discreta, em voz baixa, sem gritos de "glória" e "aleluia"
As outras Denominações entendem que deve haver liberdade de manifestações espirituais
17
Calvinismo defende que todas as coisas no âmbito existencial fazem parte do decreto predestinatório imutável de Deus
As outras Denominações não radicalizam nesse aspecto
18
Calvinismo defende que todo homem já nasce com endereço certo: ou para o céu ou para o inferno
As outras Denominações entendem que Jesus morreu para salvar todo aquele que crê
19
Calvinismo defende que todo e qualquer Facínora, Bandido ou Assassino é instrumento da divina providência usado por Deus para execução de juízos ou tarefas punitivas
As outras Denominações rejeitam isso, reputando-os como instrumentos do Diabo
20
Calvinismo defende que ninguém crê para ser salvo, mas que só os predestinados (ou eleitos) serão salvos
As outras Denominações defendem que quem crer será salvo, como se lê na Bíblia
21
Calvinismo defende que Deus é o autor, controlador e direcionador do mal
As outras Denominações rejeitam isso
22
Calvinismo defende que o pecado foi ordenado por Deus
As outras Denominações rejeitam isso
23
Calvinismo defende que Adão pecou porque Deus assim determinou "para sua própria glória"
As outras Denominações são avessas a isso
24
Calvinismo defende que Jacó foi um Anjo projetado e predestinado por Deus para a vida, sem que nele houvesse qualquer consciência ou atitude
As outras Denominações entendem que Jacó foi um Homem de Deus, embora sujeito às mesmas paixões que nós

Calvinismo defende que Esaú foi um Diabo projetado e predestinado por Deus para a morte, sem que nele houvesse qualquer consciência ou atitude
As outras Denominações entendem que Esaú foi um Homem, tanto quanto Jacó, sujeito às mesmas paixões que nós, e não veem na Bíblia qualquer indicativo de que Esaú tenha sido "despachado predestinatoriamente" para o Inferno
25
Calvinismo assegura solenemente que o Papa é o Anticristo ao qual a Bíblia profeticamente se refere
As outras Denominações sustentam que esse homem é apenas o Chefe de um Estado chamado Vaticano ou da Religião Católico-Romana, e que, além disso, a figura escatológica e profética do Anticristo não produz uma sequência infindável de "sucessores", todos entronizados no mesmo lugar, todos nascendo, todos envelhecendo, todos morrendo como rotineiramente morre qualquer homem.
26
Calvinismo preconiza que não deve haver liberdade religiosa que permita o surgimento de seitas e sincretismos distanciados da Verdade Bíblica, os quais hão de ser combatidos implacavelmente.
As outras Denominações ponderam que o ser humano pode optar pelo caminho religioso que lhe parecer adequado e que é um direito inquestionável de cada qual. Impedir isso representa crime contra o sentimento ou a liberdade religiosa ou de consciência e de crença, e que todas as pessoas serão responsáveis diante de Deus pelos caminhos que escolherem. As violações, prisões e homicídios praticados pelo Calvinismo em Genebra, sob o pretexto de uma "Religião Reformada" obviamente que constituem uma execrável mancha.
27
Calvinismo abraça a doutrinação segundo a qual Deus teria ordenado o pecado ou a queda de Adão, e ao mesmo tempo apregoa que foi o próprio Adão quem se corrompeu a si mesmo e por si mesmo, por autodeterminação, por rebeldia, e que, portanto, Adão seria o "responsável direto" pelo surgimento da morte.
As outras Denominações reputam tal ponto de vista tão esdrúxulo, tão alheado de qualquer mínimo sentido, que a seu respeito não veem razão para contra-argumentos, pois que esse ensinamento religioso, ou essa, digamos, exegese, ou essa, digamos, revelação, porque evidentemente insustentável, sucumbe por si e em si mesma.
28
Calvinismo defende que a salvação, ou seja, que a vida eterna só é possível no Movimento Reformado
As outras Denominações entendem que isso não merece nem ser comentado
29
Calvinismo defende que Infiéis ou Hereges devem ser eliminados, esmagados, mortos
As outras denominações, infinitamente ao contrário, entendem que o Cristianismo representa essencialmente o AMOR AO PRÓXIMO, exatamente como AMOROSAMENTE preconiza a Bíblia.

Fontes (CALVINISMO):

Institutas da Religião Cristã (João Calvino)

Confissão Calvinista de Fé de Westminster

The Story of Civilization (Will Durant, Sexto Volume)

História da Igreja Cristã (Philip Schaff)

Fontes (OUTRAS DENOMINAÇÕES COM IDENTIDADE CRISTÃ):

- Arminianismo
- Remonstrância
- Metodismo
- Pentecostalismo
- Jacobus Arminius
- John Wesley
- Et cetera


segunda-feira, 24 de abril de 2017

ARMINIANISMO E CALVINISMO: E DAÍ?

O movimento religioso integrado pelos chamados Arminianos adota como enfoque soteriológico, ou parâmetro de interpretação do MISTÉRIO BÍBLICO DA SALVAÇÃO, o que comumente se denomina presciência, sinônimo de onisciência ou de pré-conhecimento, ornamentadamente com a figura por eles chamada de Graça Preveniente.

Em realidade intensamente palpável, esse pensamento Arminiano representa nada mais, nada menos, do que uma espécie de maquiagem da predestinação fatalista apelidada de Calvinismo, cuja concepção se atribui a um cidadão francês de nome João Calvino.

Através de análise e esquadrinhamento atento, à luz da Palavra de Deus, inevitavelmente observar-se-á que simplesmente não existe diferença minimamente significativa entre a preordenação irrestrita ou todo-inclusiva proposta pelo Calvinismo e a preordenação motivada ou norteada ou amenizada pela onisciência ou presciência com a qual acena o Arminianismo, a partir do que Deus, então, ciente de quem ou quais pessoas se inclinariam a CRER, as acolheria para a vida, como se preservando-lhes o livre-arbítrio.

Todavia, imprescindivelmente indaga-se: De que plausível maneira Deus poderia, como preconizado por Arminianos, "APENAS" conhecer previamente todas as coisas futuras sem nelas interferir decisoriamente ou, mais exatamente, sem tê-las delineado em todas as variantes da existência, sendo Ele próprio o Criador?

E, ainda por cima, dentro dessa tese Arminiana, supor que pessoas estivessem aptas ou fossem "perfeitamente livres" para o ato de escolher entre a vida e a morte, sob o olhar permissivo de Deus que, segundo o argumento desse movimento religioso, já tudo sabia, ou, mesmo tudo sabendo, decidiu "não interferir" na vontade humana, isto é, permitindo que a escolha errada e, portanto, contrária aos desígnios do Criador, prevalecesse?

Ora, se Deus JÁ SABIA, pela presciência, pelo ilimitado conhecimento do presente e do futuro, qual haveria de ser essa apenas aparente escolha humana, é evidente que o mesmo Deus assim havia determinado. É impossível conceber o pensamento ou supor válida a tese de que Criação, Poder Absoluto e Presciência seriam atributos divinos independentes entre si, isto é, que não fossem harmônicos ou sinérgicos em termos de reflexos na vida do ser humano, criatura de Deus.

Do contrário, necessariamente ter-se-ia de conviver com a ideia de que Deus, em realidade, e de caso pensado, ao contrário da teoria Arminiana, despojou-se de sua onisciência, deixou-se limitar no tempo, vale dizer, que o Criador decidira abdicar por um momento de sua Plenipotência e Soberania, como que retirando-se do contexto da Eternidade, como forma de observar qual haveria de ser a atitude do ser humano através do tão controvertido LIVRE-ARBÍTRIO ou VONTADE LIVRE.

E, nesse caso então, Deus teria sido como que "surpreendido" pela vontade autônoma da criatura e deixou-se "vencer" por ela, abrindo alas para que o ser humano verdadeiramente optasse entre os céus e as trevas, entre viver e morrer?!

Pelo ângulo dos condenados ou réprobos, e para o efeito comparativo aqui objetivado, voltando, agora, pensamento e raciocínio para o modo de pensar Calvinista, como seria, ilustrativamente, possível a alguém, no linguajar da teoria levantada por João Calvino, se dedicar a CRIAR "algo", PROJETAR "algo", SABER MINUCIOSAMENTE as numerosíssimas ações e omissões desse "algo", CONHECER D'ANTEMÃO tudo o que com esse "algo" acontecerá, e, no entanto, imputar ao próprio "algo" a "culpa"(sic) ou a "total responsabilidade"(sic) pelo que de mal lhe sobrevier, como se a vontade do "algo" houvesse sido a causa primária e absoluta de sua perdição? Dito de outro modo, o "algo" se perdeu a si mesmo por si próprio, em razão de sua perversidade cultivada!! Diz o Calvinismo.

Já com respeito aos eleitos ou agraciados com a vida eterna, o paradoxo calvinista ganha contornos ainda piores, na medida em que o cristão seria compelido a adaptar sua convicção, seu entendimento e sua fé no sentido de que Deus, em algum momento da eternidade, se é que eternidade é fracionada em momentos, "ELEGEU" predestinatoriamente e, claro, imutavelmente, alguns poucos "algos" (pessoas) como se os estivesse "SALVANDO" de uma catástrofe ou de uma perdição iminente que teria como origem "escolhas" erradas ou pecaminosas desses "algos" (pessoas) calvinisticamente fabricados, sem que, por parte desses escolhidos "algos", houvesse ou tivesse havido qualquer manifestação até mesmo de vontade de serem salvos ou de buscar a salvação...

A que conclusão se pode chegar?

Que ambas essas correntes religiosas, Arminianismo e Calvinismo, preconizam doutrinas idênticas, embora há séculos inutilmente se digladiem e se acusem mutuamente de "Incompreensão Bíblica".

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sábado, 22 de abril de 2017

A FACE NÃO OCULTA DO BRASIL

O Poder Judiciário Brasileiro
O Congresso Nacional Brasileiro
O Poder Executivo Brasileiro

Se fossem, todos eles, apenas inúteis, estaríamos diante de um quadro menos dramático.

Mas a questão é que conseguem  ser inúteis e extremamente deletérios para um país que cambaleia em meio a aleijões, esquisitices, descalabros e pútrida corrupção.

É já tragicamente tardia uma reforma muitíssimo aprofundada nesse triunvirato pernicioso que tantos e irreversíveis males tem causado para o cidadão brasileiro.

O Brasil mostra-se, desavergonhadamente, como uma pseudorrepública, supostamente estruturada numa divisão tríplice de pseudopoderes, conduzido por pseudogovernantes, pseudolegisladores e pseudomagistrados.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

FAGULHAS TEOLÓGICAS

O Teólogo é aquele que, PENSANDO QUE NADA SABIA, sentiu-se compelido pelo DESEJO DE SABER,  dedicou-se à investigação acadêmica e minuciosa de Deus e, finalmente, GRADUOU-SE EM NADA SABER.

sábado, 8 de abril de 2017

POR QUE O BRASIL SE ENCONTRA INFESTADO DE POLÍTICOS CORRUPTOS?

A resposta é inquestionavelmente óbvia e tristemente peculiar ao contexto ou ao fétido nicho social em que estamos inseridos: A IMPUNIDADE.

Embora a hipocrisia reinante, estamos fartos de saber que tudo isso deriva (sim!) da impunidade, das repulsivas leis que, em vez de inibir e combater, estimulam e fomentam a corrupção, das instituições maquiadamente democráticas, das engrenagens enferrujadas do Poder Público, da indolência indisfarçada do Poder Público, da cultura da transgressão cantada em prosa e verso, da convivência mansa e pacífica com a baderna abrasileiradamente ridícula.

Essa asquerosa mixórdia deixa patentemente à mostra que o Estado Brasileiro, que o Poder Público Brasileiro, que os "Representantes do Povo"(sic) são diametralmente responsáveis pelo inominável e gigantesco descalabro cotidiano que a nós nos estigmatiza e nos priva de direitos, de liberdade e de bem-estar.

Leis minimamente lógicas, severamente punitivas e rigorosamente cumpridas, Poder Público sacudindo-se de sua tão conhecida letargia, Estado de Direito que se mostre verdadeiramente existente e pulsátil: todo esse conjunto de fatores, sinérgicos, certamente não terá o poder mágico de suprimir ou erradicar a corrupção, mas, indubitavelmente, de infalivelmente punir todos aqueles que se refestelam desde a Proclamação da República, despindo-os da couraça abominável chamada "foro privilegiado"(sic), confiscando-lhes rapidamente os bens ilicitamente auferidos e, sem desrespeito à intocável dignidade do ser humano, impondo-lhes penas privativas de liberdade por elástico tempo, em penitenciárias de segurança máxima, onde não haja benesses, onde não se ouça nem leve menção a progressão de regime após simbólica estada em simbólica prisão preparada por um simbólico e conivente Poder Público.

sexta-feira, 31 de março de 2017

CRISTÃOS OU CONTADORES DE HISTÓRIAS?

Quando eu era criança, quando ouvia sobre a Bíblia, quando presente em reuniões denominacionais cristãs, eu me via impactado pelas narrativas que se extraíam do Livro Santo.

Dizia-se a respeito de Deus, do único Deus que tudo criara, que tudo controla, que representa a essência de um indescritível Amor, que se volta para o homem, que conclama o homem, que socorre o homem, que resgata o homem, que cura o homem, que salva o homem.

Como cristãos que somos ou que entendemos que somos, já nos demos conta de que o Evangelho pregado desde décadas e décadas, em todas as denominações religiosas, resume-se em CONTAR HISTÓRIAS BÍBLICAS, sem que NÓS estejamos inseridos no MESMO CONTEXTO ESPIRITUAL da HISTÓRIA BÍBLICA?

Ou seja, todos os acontecimentos e manifestações espirituais registrados na Palavra de Deus não passam de REFERENCIAIS ou de FÁBULAS ILUSTRATIVAS daquilo que TEVE LUGAR NUM TEMPO PRETÉRITO REMOTÍSSIMO, que mergulha num PASSADO DE MAIS DE DOIS MIL ANOS.

Por que a REALIDADE Bíblica não se materializa ou não se faz palpavelmente concreta na vida dos cristãos contemporâneos?

Por que a REALIDADE ESPIRITUAL Bíblica é utilizada tão-somente como ilustração do que FOI o Cristianismo, de COMO ERA o Cristianismo, de COMO ERAM os Cristãos, de COMO ERAM os dons espirituais, de COMO ERAM as orações que verdadeiramente ecoavam nos céus, de COMO ERAM as maravilhas provindas de Deus, de COMO ERA a fé que movia e removia obstáculos quaisquer?

A interrogação, portanto, permanece e ecoa fortemente: Quem somos nós, cristãos deste terceiro milênio?

Passado largo tempo, percebe-se, com tristeza, que os Cristãos de nossa época continuamos limitados a ler e contar Histórias Bíblicas, a dizer a crianças de todas as idades que existe Deus, ou que Deus existe, que Jesus é a expressão máxima e indizível do Amor de Deus direcionado à criatura obra de suas mãos. Todavia, sem que em nossas vidas Cristãs a presença marcante e sobrenatural de Deus, do Espírito Santo, se faça perceptível e indubitavelmente atuante.

Continuamos limitados a tão-só fazer referências históricas a homens e mulheres de um passado gigantescamente ido e objeto de registros, de palestras, de lembranças.

Incompreensivelmente e inegavelmente, não somos Cristãos como Cristãos eram aqueles sobre quem tanto falamos, pelo irrefutável fato de que nossas vidas Cristãs não refletem o que invariavelmente e com naturalidade se via resplandecente no cotidiano dos Cristãos de numerosos séculos atrás.

A interação da criatura com o Criador nos tempos nebulosos em que vivemos em nada se assemelha ao panorama e à pragmática espiritual de feições inconfundíveis contidas na Bíblia.

Afinal, quem somos nós, Cristãos, da atualidade mórbida?

Não passamos de pesquisadores de Deus, estudantes de Deus, débeis e inconsistentes teologizadores de Deus, imaginadores de Deus, num vaivém que, invariavelmente, nos tem conduzido a lugar nenhum.

Precisamos terrivelmente ser Cristãos, ser por Deus imergidos na essência do Cristianismo Bíblico, sendo libertos do triste niilismo que nos rodeia, a tal ponto que nos tornemos parte integrante da História Cristã que, obviamente, mantém seu curso.

Deixemos de ser exclusivamente contadores de Histórias Bíblicas, de modo que gerações futuras possam, lendo essas mesmas e inapagáveis Histórias Bíblicas, ter conhecimento de que a vida Cristã decididamente não se exauriu com aqueles personagens da Palavra de Deus que foram alçados à eternidade.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

JOÃO CALVINO E ADOLF HITLER: ESTRANHA SEMELHANÇA ENTRE DESSEMELHADOS

Enquanto Hitler se posicionava franca e abertamente como um ditador cruel e genocida, pregando com veemência o extermínio de povos e a preeminência da assim chamada raça ariana, Calvino semelhantemente preconizava o derramamento de sangue de todos quantos destoassem da por ele pretendida raça reformada.


Nesse seu desígnio, assim bradava Hitler em livro rotulado como MINHA LUTA:

"Temos de ser cruéis. Temos de recuperar a consciência tranquila para sermos cruéis."

"Quanto maior a mentira, maior é a chance de ela ser acreditada."

"Que sorte para os ditadores que os homens não pensem."


"O Cristianismo é uma invenção de cérebros doentes."



Por seu turno, eis a marca registrada de João Calvino, encontradiça no livro conhecido como INSTITUTAS DA RELIGIÃO CRISTàe registros históricos:


"Elas vêm muito a propósito para que OS INIMIGOS DA PURA E SÃ DOUTRINA SEJAM DESBARATADOS, mormente em que, com seu serpear sinuoso e insinuante, estas serpentes escorregadias se escapolem, a menos que sejam ACOSSADAS COM VIGOR E, APANHADAS, SEJAM ESMAGADAS."

"...Não se pode aqui QUESTIONAR A AUTORIDADE DO HOMEM, POIS É DEUS QUEM FALA..."


"...Ele exige de nós extrema severidade, DE TAL MANEIRA QUE NÃO POUPEMOS NEM FAMILIARES NEM O SANGUE DE NINGUÉM, E ESQUEÇAMOS TODA A HUMANIDADE QUANDO SE TRATE DE COMBATER PARA A GLÓRIA DE DEUS."



Tal disposição de ânimo foi, inclusive, reafirmada por João Calvino, com estas palavras  ("HISTÓRIA DA IGREJA CRISTÃ", Philip Schaff):

"...Quem agora argumentar que é injusto matar hereges e blasfemadores estará conscientemente e voluntariamente incorrendo na própria culpa daqueles."

"...Whoever shall now contend that it is unjust to put heretics and blasphemers to death will knowingly and willingly incur their very guilt."


A distinção entre ambos jaz precisamente no fato de que Hitler, orgulhosamente e autenticamente, se autoproclamava como um bárbaro sem qualquer tipo de vínculo comportamental ou fronteira de escrúpulos, enquanto que Calvino servia-se, como um manto, do pretexto da religião, ao ponto de apregoar-se como uma espécie de Enviado de Deus, encarregado de impor o castigo mortal àqueles que por ele fossem sumariamente "julgados" como hereges.

domingo, 22 de janeiro de 2017

EVEN THOUGH WE CANNOT UNDERSTAND

From the view of total monergism, God's predecreed and eternal plan including all human beings and all variants of existence do not have a minimal or tiny link to the creature's will.

If that's so, it means that what we do and what we don't do, in visible terms, does not mean what it seems to mean.

That is, we are not what we seem to be, but we are what essentially we are in invisibile terms, completely beyond our comprehension.

So, when we look at someone we may be sure that we are not looking at what we are seeing, but at somebody visibly irrecognizable and, therefore, incomprehensible.

All things that determine the decisions from God are not visible, because it all happens spiritually in eternity, as we consider that God is Spirit and lives in eternity, and we, ourselves, also are Spirits living in eternity, although provisionally walking or sojourning on earth.

And in that spiritual eternity we have invisibly (for us all) performed freely (I mean: spiritual free-will) everything, whether it be good or evil.

Otherwise, we are sadly left...with englishman Charles Darwin riding a mule and "finding out the origin of species".

sábado, 14 de janeiro de 2017

CALVINISMO: O ESTUPRO DE REBECA

Na construção e na ferrenha defesa da tese doutrinária do escritor João Calvino, os adeptos se esquecem da Bíblia, embora a ela paradoxalmente declarando-se apegados.

O Livro de Romanos, capítulo 9:11-13, como se sabe, representa a Passagem Favorita desse segmento religioso no que se refere à bandeira do Predestinacionismo Eletivo e Condenatório, alardeando que Jacó e Esaú seriam o exemplo perfeito e irrefutável da Bifurcada Preordenação Eterna do Criador.

Se assim é, ou se assim fosse, ter-se-ia compulsoriamente de conviver com as antibíblicas ideias de que uma árvore boa pode produzir maus frutos e uma árvore má pode produzir frutos bons.

E a isso se acrescente a agravante de que, ao contrário do que preconizado na Palavra de Deus, os filhos não seriam HERANÇA DO SENHOR, tampouco, por consequência, o fruto do ventre O SEU GALARDÃO, na medida em que, se Jacó representou bênção do Criador na vida de Rebeca, Esaú, por sua vez, seria um tropeço tipicamente maligno.

Esaú, mesmo em sua calvinisticamente inconfundível figura satânica, deve ser considerado como "HERANÇA" e "GALARDÃO"? Ou Deus teria, através de Esaú, amaldiçoado ou punido Rebeca?

Se Rebeca, nas palavras do movimento religioso calvinista, teve em seu ventre um Eleito e um Condenado, significa que a árvore BOA produziu fruto sadio e fruto maligno, sem que tal malignidade proviesse de Deus?

Estariam os calvinistas querendo dizer que Rebeca teria sido ESTUPRADA PELO DIABO, e, portanto, que Esaú não proviria exatamente daquela mulher, mas seria fruto do espermatozoide demoníaco?


Ou tanto Jacó quanto Esaú seriam Filhos de Deus e, nesse caso, Deus seria o autor do mal, gerando o diabo Esaú?

sábado, 7 de janeiro de 2017

OS BRASILEIROS ASPIRAMOS A ESSE DIA

O dia em que os pseudogovernantes, juntamente com o pseudocongresso e com o pseudopoder judiciário, decidirem abandonar as pseudoleis e se dedicar à elaboração e à aplicação de LEIS RACIONALMENTE VERDADEIRAS ou VERDADEIRAMENTE RACIONAIS, e a elas se curvando, haverá um terremoto de mudanças salutares NESTE PAÍS, uma indescritível metamorfose social.
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