sábado, 4 de fevereiro de 2017

JOÃO CALVINO E ADOLF HITLER: ESTRANHA SEMELHANÇA ENTRE APARENTEMENTE DESSEMELHADOS

Enquanto Hitler se posicionava franca e abertamente como um ditador cruel e genocida, pregando com veemência o extermínio de povos e a preeminência da assim chamada raça ariana, Calvino semelhantemente preconizava o derramamento de sangue de todos quantos destoassem da por ele pretendida raça reformada.


Nesse seu desígnio, assim bradava Hitler em livro rotulado como MINHA LUTA:

"Temos de ser cruéis. Temos de recuperar a consciência tranquila para sermos cruéis."

"Quanto maior a mentira, maior é a chance de ela ser acreditada."

"Que sorte para os ditadores que os homens não pensem."


"O Cristianismo é uma invenção de cérebros doentes."



Por seu turno, eis a marca registrada de João Calvino, encontradiça no livro conhecido como INSTITUTAS DA RELIGIÃO CRISTàe registros históricos:


"Elas vêm muito a propósito para que OS INIMIGOS DA PURA E SÃ DOUTRINA SEJAM DESBARATADOS, mormente em que, com seu serpear sinuoso e insinuante, estas serpentes escorregadias se escapolem, a menos que sejam ACOSSADAS COM VIGOR E, APANHADAS, SEJAM ESMAGADAS."

"...Não se pode aqui QUESTIONAR A AUTORIDADE DO HOMEM, POIS É DEUS QUEM FALA..."


"...Ele exige de nós extrema severidade, DE TAL MANEIRA QUE NÃO POUPEMOS NEM FAMILIARES NEM O SANGUE DE NINGUÉM, E ESQUEÇAMOS TODA A HUMANIDADE QUANDO SE TRATE DE COMBATER PARA A GLÓRIA DE DEUS."



Tal disposição de ânimo foi, inclusive, reafirmada por João Calvino, com estas palavras  ("HISTÓRIA DA IGREJA CRISTÃ", Philip Schaff):

"...Quem agora argumentar que é injusto matar hereges e blasfemadores estará conscientemente e voluntariamente incorrendo na própria culpa daqueles."

"...Whoever shall now contend that it is unjust to put heretics and blasphemers to death will knowingly and willingly incur their very guilt."


A distinção entre ambos jaz precisamente no fato de que Hitler, orgulhosamente e autenticamente, se autoproclamava como um bárbaro sem qualquer tipo de vínculo comportamental ou fronteira de escrúpulos, enquanto que Calvino servia-se, como um manto, do pretexto da religião, ao ponto de apregoar-se como uma espécie de Enviado de Deus, encarregado de impor o castigo mortal àqueles que por ele fossem sumariamente "julgados" como hereges.

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