segunda-feira, 9 de maio de 2016

CALVINISMO LIMITA-SE A CALVINISMO




Calvinismo não é Evangelho, é calvinismo.

Calvinismo é a pura e explícita negação do Evangelho.

Evangelho não é calvinismo, é Evangelho.


sexta-feira, 11 de março de 2016

O PAPADO COLETIVO DE JOÃO CALVINO

Eis uma nuança do segmento religioso calvinista que, muito provavelmente, dará causa a manifestações de surpresa e perplexidade, considerando que pessoas no Brasil sabidamente não são cultivadoras do hábito da leitura de livros, muito menos de literatura extensa e difícil como os escritos produzidos pelo francês João Calvino.

Desde muitíssimos e empoeirados séculos pretéritos, os Católicos Romanos adotaram oficialmente e pomposamente o Papado ou Pontificado Unipessoal, instalado ou erigido com o apanágio de Estado ou País, com divisão territorial e prerrogativas peculiares. Como razão de existir de tudo isso, exsurge a figura do Papa em si mesma, alvo de irrestrita veneração e aclamado como sendo o Sumo Pontífice detentor de Santidade e Infalibilidade.

Por sua vez, esse citado escritor gaulês de nome João Calvino sustenta exegeticamente e doutrinariamente uma espécie de Papado ou Pontificado em moldes coletivos e que, conforme por ele exposto em minúcias no Livro dos Calvinistas (Institutas da Religião Cristã, vol. IV, tradução de Waldyr Carvalho Luz), não seria organizado e instalado em território delimitado, semelhantemente ao que ocorre no âmbito do Vaticano, mas tratar-se-ia de sublime e santo ofício protagonizado por Pastores, todos os quais investidos na condição ou qualidade de Embaixadores de Cristo, revestidos de Supremo Poder a cuja Majestade haverão de se submeter todos os poderes, todas as glórias e todas as sabedorias do mundo.

Ademais, nesse Pontificado Coletivo os Pastores seriam detentores do Poder das Chaves, habilitados divinamente para Ligar e Desligar, idôneos e capacitados para Perdoar os Pecados de todos quantos se lançarem a confissões auriculares, além de dotados de Divina Capacitação para Relampejar e Lançar Raios.

“...Eis o supremo poder com o qual convém que os pastores da igreja sejam investidos. Que obriguem a todo poder, glória, sabedoria, exaltação do mundo a sujeitar-se-lhe e a obedecer-lhe à majestade; sustentados em seu poder, imperem sobre todos, desde o mais alto até o mais baixo; edifiquem a mansão de Cristo, desmantelem a de satanás; apascentem as ovelhas, submetam os rebeldes e contumazes; liguem e desliguem; enfim, caso se faça necessário, relampejem e despeçam raios; tudo, porém, na Palavra de Deus.” (Institutas, vol. IV)

O escritor em referência, ressalve-se, não mencionou ou afirmou, nesse mesmo livro, que os Pastores-Papas haveriam de ser reputados como Homens Santos e Infalíveis, mas sem dúvida, e de maneira inegavelmente no mínimo surpreendente, João Calvino a eles atribuiu capacitação ou dons sobrenaturais muito superiores àqueles supostamente possuídos pelo Papa do Vaticano, a quem os Católicos Romanos outorgam a virtude da Infalibilidade.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

MISERICORDIOSA SOBERANIA

A grande ou a enorme questão que emana do segmento religioso calvinista é que, uniformemente, quase nunca se ouvem da boca de seus agregados Palavras Bíblicas, mas tão-somente Paráfrases Bíblicas, ao estranho pretexto paradoxal de que a Soberania de Deus representaria um entrave para a suave e espiritualmente sobrenatural assimilação da simplicidade contida no Livro Santo.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

EM QUE SE DISTINGUEM?

Afinal, haveria diferença ou diferenças marcantes, perceptivelmente marcantes, infalivelmente marcantes, entre os ELEITOS PELA PREDESTINATÓRIA GRAÇA IRRESISTÍVEL e os CONDENADOS PELA PREDESTINATÓRIA DESGRAÇA IRRESISTÍVEL?

O que, exatamente, os distingue na prática, na aparência, nas atitudes, no falar, no calar-se, no agir individualmente, no agir em público, no agir em família, no agir como autoridade, no agir como representantes, no agir como representados, nas virtudes, nas imperfeições, na espiritualidade, na carnalidade, nas inclinações, nas abstinências, nas permissividades, na concupiscência dos olhos, na soberba da vida, na vaidade, na arrogância, na alegria, na depressão, na ira, na mansidão, no discernimento, na honestidade?

Seria tão-somente pelo fato de que, conforme frequentemente se ouve, os ELEITOS INCONDICIONADAMENTE, ainda que pecadores sejam, ainda que pecados cometam, ainda que sujeitos às mesmas paixões, aparentemente sintam ou efetivamente sintam desconforto interior em relação ao pecado? E os AMALDIÇOADOS IMUTAVELMENTE, embora praticando as mesmas transgressões, não obstante inseridos no contexto das mesmas vaidades que todo vivente carrega nas entranhas, ainda que assaltados por variadas concupiscências, embora tropeçando aqui e acolá, diferenciar-se-iam daqueles unicamente pela muitíssimo tênue característica de que, alegadamente, não acalentariam ou não cultivariam em seu íntimo qualquer tipo de incômodo ou de pesar?

Mas o que é que na prática cotidiana, em todos os recantos deste mundo, incessantemente acontece desde sempre? O que é que nas ruas, vielas, avenidas, campos, rios e mares se vê? Não são pessoas que somente se distinguem pela aparência física? Não são pessoas que existencialmente ou comportamentalmente em praticamente tudo se assemelham?

Em inumeráveis casos, pessoas que declaradamente se confessam alheias à religião adotam estilo de vida sadio e compatível com a imprescindível gregariedade peculiar ao ser humano, tratam bem suas famílias, suas esposas, seus filhos, respeitam o próximo, preservam o direito alheio, cumprem as leis do país, agem como cidadãos de bem. E, em incontáveis outros exemplos, pessoas que alardeadamente se dizem religiosas ou eleitas por Deus, revelam-se antiéticas, trapaceiras, desonestas, permissivas, agressivas, espancadoras de filhos e esposas, corruptas e corruptoras. E, ainda, em milhões de outros casos, dá-se que tanto os religiosos quanto os irreligiosos se assemelham entre si, ora pela boa postura, ora pelo caráter corrompido, ora pela generosidade e nobreza, ora pela vileza explícita.

Por que, então, Deus, utilizando-se da Graça Predestinatória Irresistível ou Graça Irresistivelmente Predestinatória, àqueles acolhe eletivamente e, através da Desgraça Predestinatória Inobjetável, a estes rejeita condenatoriamente, quando em todos eles nada há perceptivelmente e definitivamente distinguível, seja em termos de malignidade, seja no que se refere a virtudes?

Haveria, naqueles primeiros, uma espécie de sinal invisível na alma e, nestes, um estigma nela mesma?

Seria isso? Apenas isso? Significa, então, que Deus, olhando à direita, viu um pequeno grupo de pessoas por Ele criadas, ostentando atributos físicos e anímicos divinos, e, chamando-as, deu-lhes guarida eterna; enquanto que, olhando à esquerda, divisou inumerável multidão de viventes igualmente por Deus chamados à existência, coroados de glória e de honra, pouco menores do que os anjos, e, amaldiçoando-os, direcionou-os à infernalidade inacabável?

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

RACISMO

O racismo é uma “ópera” tão tosca, tão vil, tão asquerosamente abjeta, tão inominavelmente absurda, tão inexprimivelmente ridícula que abre ensejo a dúvidas sobre se seus adeptos seriam cerebralmente compostos.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

A PROVA “EXIGIDA” PELOS DARWINISTAS

Cantam e decantam e tornam a decantar os adeptos do Evolucionismo e, portanto, contrários ao Criacionismo, que cabe aos Cristãos provar que Deus existe.

Trata-se de um contrassenso indizível, uma contradição vulcânica, uma negação da própria Ciência como tal.

Quem teria de algo provar é precisamente a Ciência, isto é, provar que o homem provém da ameba, deriva de uma súbita expansão cósmica, de uma evolução de múltiplos milênios, que ao longo de incalculável tempo perdeu asas, perdeu escamas, perdeu chifres, deixou de rastejar, perdeu o apêndice da região glútea, apercebeu-se do sentido de bem comum em forma de gregariedade, adquiriu sensatez, adquiriu racionalidade, adquiriu sentimentos, promove a solidariedade, apregoa o amor...

Ela, a Ciência, é que se propõe a descobertas e invenções através dos séculos. Tudo indica que a demanda dos ateístas-evolucionistas é no sentido de que compete aos criacionistas, isto é, aos que creem na existência de Deus, não apenas “provar”(sic) que Deus é real, mas necessariamente teriam de “apresentar” Deus, apontar para Deus, exibir Deus, convocar Deus para que se mostre aos incrédulos.

Seria um diálogo mais ou menos assim:


“Olá, ateístas-evolucionistas, nós trouxemos Deus aqui para apresentá-lo pessoalmente a vocês. Deus, estes são os evolucionistas sobre os quais falamos. Evolucionistas, este é Deus de cuja existência vocês duvidavam”. 

sábado, 21 de novembro de 2015

A ILUSORIEDADE BÍBLICA APREGOADA PELO CALVINISMO

Inconfessavelmente pela boca de seguidores do movimento religioso calvinista, quer por não o saberem, seja porque induzidos a erro, quer por receio de desagradar e perder adeptos, tudo o que na Bíblia se encontra registrado acerca de bênçãos de Deus ou maldições de Deus constitui uma espécie de alegoria, algo como simbolismo, ou uma indescritibilidade ilusória, na medida em que, para o francês João Calvino, tão exaltado por seus seguidores como o sumo expositor doutrinário, Deus não se submete ou não se curva ou não se coloca à disposição de homens quaisquer no sentido de observar-lhes as más ações e reagir-lhes diante dessas mesmas pecaminosas ações, infligindo punições.

Tampouco haveria, da parte de Deus, expectativas de nenhuma estirpe; muito menos, expectativas vinculadas a iniciativas supostamente louváveis com origem na criatura homem de modo que, por efeito delas, o Criador lhe houvesse de conceder bênçãos quaisquer.


Equivale a dizer que, para João Calvino e sectários, é impossível e diametralmente fantasioso que de ações ou omissões humanas decorram, sincronizadamente, reações advindas do Deus criador dos céus e da terra, ou que, como consequência direta das variantes comportamentais do homem, condicionado a essas eventuais ou possíveis ou potenciais condutas, Deus, assim e somente assim, como atento vigilante submetido a tais expectativas que emanem de ações, omissões ou orações humanas, se sinta motivado ou sensibilizado e, portanto, inclinado à concessão de bênçãos ou à imposição de maldições.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

CALVINIANISTA MAS NÃO ATEU


Para o ateu, Deus é uma fábula e, portanto, não criou o homem.

Para o calvinianista, Deus é real, mas criou autômatos.


domingo, 15 de novembro de 2015

A CRUZ E O CALVINISMO

Dois ladrões, criminosos de baixíssima e asquerosa reputação, pendurados na cruz, com mãos e pés transfixados.

Ao centro, também erguido no madeiro, o Cordeiro de Deus.

Em certo momento, antes do último suspiro, um deles se manifesta audivelmente e desdenha do Filho de Deus:


“Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo e a nós...”.


Imediatamente, o outro facínora, após repreender o seu igual, suplica:


“Senhor, lembra-te de mim quando entrares no teu reino...”.


O primeiro, em  razão de sua própria e autônoma malignidade, predestinado para o inferno antes da fundação do mundo.

O segundo, ainda que semelhantemente indigno, abominavelmente pecador e despido de méritos quaisquer, predestinado para a vida eterna.



ESTA É A SUMA SOTERIOLÓGICA DO SEGMENTO RELIGIOSO CALVINISTA, APLAUDIDA E APREGOADA POR SEUS ADEPTOS.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

A SALVAÇÃO NIILISTA DO CALVINISMO

Não somos salvos
Não seremos salvos
Não queremos ser salvos
Não temos vontade de ser salvos
Não planejamos ser salvos
Nada fazemos e nada fizemos para ser salvos
Não há nenhum risco de não sermos salvos
Não há salvação plausível
Somos apenas uma das engrenagens do complexo sobrenatural da existência conhecido pelo nome de VIDA, planejada e projetada por Deus infalivelmente e imutavelmente para a eternidade celestial.

Não somos condenados
Não seremos condenados
Não queremos ser condenados
Não temos vontade de ser condenados
Não planejamos ser condenados
Nada fazemos ou fizemos para ser condenados
Não há nenhuma possibilidade de se evitar a condenação
Não há condenação plausível
Somos apenas uma das engrenagens do complexo sobrenatural da existência conhecido pelo nome de VIDA, planejada e projetada por Deus infalivelmente e imutavelmente para a eternidade infernal.

Este é o ensino doutrinário adotado, entre outros segmentos, pelo Presbiterianismo, como herdeiro e compulsório seguidor dos pensamentos de um homem chamado João Calvino, o qual assim se expressou a esse respeito:

“...Portanto, estamos afirmando o que a Escritura mostra claramente: que designou de uma vez para sempre, em seu eterno e imutável desígnio, àqueles que ele quer que se salvem, e também àqueles que quer que se percam.” (‘Institutas’, vol. III)


“…We say, then, that Scripture clearly proves this much, that God by his eternal and immutable counsel determined once for all those whom it was his pleasure one day to admit to salvation, and those whom, on the other hand, it was his pleasure to doom to destruction.” (‘The Institutes of the Christian Religion’)
Real Time Analytics