Por
que esdrúxula e inexplicável razão médicos, frequentemente, demonstram o absurdo
gosto (ou mau gosto) de tão-somente receitar medicamentos e mais medicamentos
da indústria química, sem, via de
regra, demonstrar qualquer mínimo interesse em, no ato da consulta, orientar o
paciente no sentido de este adotar hábitos saudáveis de vida em amplo sentido, inclusive, claro, a sistemática ingestão de alimentos
decididamente recomendáveis e que poderiam, por si sós, livrá-lo da real ou
suposta enfermidade?
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
ALÉM DE SIMPLÓRIA COMPREENSÃO
Definitivamente
não se consegue compreender a lógica das leis que derivam da estranha atividade
dos indecifráveis legisladores brasileiros.
De
que sensata e racional maneira alguém, contando dezesseis anos de idade, poderia estar ou ser considerado apto
para trabalhar, ser eleitor, casar etc., ao mesmo tempo em que goza de incrível
e inominável imunidade por efeito da qual encontra-se a salvo de responder por seus atos
criminosos, como roubar, traficar entorpecentes, estuprar, matar?!
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
APEGO EXTREMO
Disse-me, outro dia, um amigo que sua esposa estava triste e chorosa
em razão da morte de inseparável animal de estimação. Demonstrando, ele também,
certo abatimento pelo mesmo motivo, fez questão de ressaltar a enorme
importância do animal na rotina diária do casal e de seus dois filhos, enfatizando que se tratava de uma longa relação
de amor que fora subitamente dissipada pela cessação da vida daquele quadrúpede.
Mais tarde, sozinho, fiquei pensando acerca das palavras desse amigo
e, não obstante respeitando seu apego a animais domésticos, lembrei-me do
enfoque Bíblico segundo o qual, claramente, só se pode falar em amor no sentido
natural, adequado e pleno quando nos referimos, primeiramente, ao próprio Deus,
e, por conseqüência, quando tratamos com nossos semelhantes.
‘Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o
teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as
tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a
este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do
que estes’. (Mc 12: 30-31)
Animais jamais poderiam ser “equiparados” ao ser humano, pois que este, e somente este, é
imagem e semelhança do Deus Eterno.
‘Façamos o homem à nossa imagem,
conforme a nossa semelhança’ (Gn 1:26).
‘Frutificai, e multiplicai-vos, e
enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves
dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.’ (Gn 1:28).
Não existe animal irracional; existe tão-somente animal.
Não existe
animal racional; existe o ser humano, imagem e semelhança do Deus Altíssimo.
E, portanto, sob nenhuma hipótese ou pretexto se
lhe poderia atribuir o sem sentido, depreciativo e notoriamente falso rótulo de
‘animal racional’, na medida em que representa a sobreexcelente
concepção de Deus, imagem e semelhança d’Ele, pouco menor do que os anjos,
coroado de glória e de honra, exatamente como estampado no Livro Santo.
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
A IMORTALIDADE DE UM LIVRO
sábado, 7 de dezembro de 2013
NÃO BASTASSEM AS LEIS INÚTEIS...
Não existe pena de prisão por tempo superior a
trinta anos no Brasil.
A
imprensa sensacionalista, quando divulga deturpadamente que determinado
delinquente foi condenado a “noventa e cinco” anos, ou “trinta e seis” anos”,
ou “quarenta e nove” anos de prisão, está prestando um desserviço ou uma desinformação à
população.
Todas
as penas de prisão impostas a um único facínora e que decorram de condenação
por mais de um crime são somadas e, ato contínuo, unificadas para serem limitadas ao
máximo a que qualquer criminoso verde-amarelo está sujeito: trinta anos, seja
qual for o tipo de delito praticado, homicídio, latrocínio, estupro, queimar
pessoas vivas etc.
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
O MITO SUSTENTADO POR DELÍRIOS
A significativa maioria
das pessoas que ocupam o planeta, em todas as culturas, absorveram os
ensinamentos oficiais (governamentais) em escolas e universidades no sentido de
que um cidadão nascido no Século XIX, servindo-se da “avançada”
tecnologia da época, provavelmente desenvolvendo suas andanças de pesquisas
montado num jegue (ou meio de transporte símile daquele tempo), concebeu o que
se convencionou chamar de “Teoria da Evolução”, segundo a qual tudo
(isto é, a vida e seus penduricalhos) teve início com uma grande explosão, a
partir da qual houve o surgimento de seres vivos minúsculos, microscópicos, que
foram crescendo, espichando, engordando, metamorfoseando, até as variedades que
hoje se conhecem no mundo animal, entre as quais, segundo esse cientista do
Século XIX, se inclui o ser humano, hodiernamente conhecido como homem e
mulher.
É mais ou menos esta
a elucidação darwiniana aceita e apregoada em todos os recantos e escolas do
planeta. Somos filhos de uma explosão, fomos ameba, fomos sapos, fomos peixes,
fomos aves, fomos mulos e mulas, fomos macacos, perdemos a cauda e finalmente
nos encontramos no estágio atual, sem cauda, sem quatro patas, sem apêndices,
sem chifres (exceto no sentido pejorativo decorrente da perversão), já nos
comunicando através de fala audível e variada, capazes de a cada dia inventar
uma estripulia nova, disputando espaço, posição, poder, status,
praticando sandices e atrocidades de toda espécie, regrados, regrando, empáticos,
serenos, furiosos, estáticos, matando-nos uns aos outros, sem que isso
represente uma da linhas-mestras do darwinismo, que é a prevalência do mais
forte ou mais adaptado para que esse mais forte sobreviva e galgue os degraus
da tal “evolução”.
Contudo, desde
milênios continuamos com a mesma aparência, com as mesmas carências, com as
mesmas perplexidades, com as mesmas interrogações. Apesar de tudo isso, apesar
desse niilismo, dessa extrema e indescritível confusão, apesar da balbúrdia
mundial reinante, apesar de o ser humano (ou ex-ameba, ex-macaco etc.), na
condição de tão-somente um animal casualmente melhorado como conseqüência de
uma casual explosão cósmica, segundo ensinam os assim chamados intelectuais
credenciados pelos governantes, a tal Teoria da Evolução continua na boca, nos
livros, nos jornais, nas revistas, nas televisões, a respeito da qual lembro-me
do que declarou certo notável conhecido como R. L. Wysong:
“...O que essa definição – geralmente aceita – da ciência e do
método científico indica é que embora a
evolução se utilize do método científico, a teoria evolucionista em si não é em
última análise científica, porque a
evolução tem poucas, se é que as tem, ‘verdades
demonstradas’ ou ‘fatos
observados’.
A microevolução ou mutação estritamente limitada entre as espécies pode
ser demonstrada, mas isso nada tem a ver com a evolução como geralmente
compreendida.
Depois de citar evolucionistas
que confessam que a evolução não pode ser provada cientificamente, Wysong
observa:
‘A evolução não é
uma formulação do verdadeiro método científico. Eles
(esses cientistas) compreendem que a evolução significa a formação inicial de organismos desconhecidos a partir
de produtos químicos desconhecidos numa atmosfera
ou oceano de composição desconhecida, sob condições desconhecidas, cujos
organismos subiram então uma escada evolucionista desconhecida, mediante
um processo desconhecido, deixando uma evidência
desconhecida’.”
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