ELEIÇÕES
2022
Ficou claro, CLARÍSSIMO, que o eleitor brasileiro revelou-se extremamente PERIGOSO para a nação, para a sociedade, ao ponto de desejar destruí-la e, obviamente, exterminar a si próprio.
Dizer, pensar, sentir ou constatar que a vida não tem sentido não significa patologia depressiva ou estado de depressão, diferentemente do que afirmam supostos especialistas.
O assim pomposamente chamado Supremo Tribunal Federal, a partir do juiz de sobrenome Fachin, ao anular de maneira juridicamente sem pé nem cabeça o processo pelo qual o cidadão Inácio da Silva fora condenado em três instâncias pelos crimes enfastiadamente sabidos a partir de provas robustas e delações premiadas, promoveu indizível ruptura institucional, ridicularizou o ordenamento jurídico, esbofeteou toda a nação brasileira, escarneceu do próprio Judiciário que integra as instâncias inferiores, zombou de todos nós que somos o povo de quem todo o poder emana e, como Corte Máxima do Judiciário, aviltou-se a si mesma de modo indelével, sem demonstrar o menor pudor ou qualquer mínima centelha de vergonha.
E, nesse cenário juridicamente tétrico e malcheiroso, sem disfarçar a explícita predileção por ele como tal, esse Tribunal transformou Inácio da Silva em "ficha limpa"(sic), abrindo-lhe alas indizivelmente ridículas como candidato à Presidência da República, e ainda contando com a conivência nauseante por parte do Senado Federal, com a chancela dos Juristas que (poucos) ainda existem neste país e das demais instituições que se supõem com batimentos cardíacos.
Os cidadãos e cidadãs de bem do Brasil hão de externar o seu mais representativo REPÚDIO a esse ato ignobilíssimo praticado pelo Supremo Tribunal Federal, ao mesmo tempo que retendo, ainda, a esperança de que todo esse enredo macabro seja diametralmente desfeito.
O ser humano, na essência de sua origem, é muitíssimo nobre em razão da peculiar credencial de imagem e semelhança de Deus.
A semelhança entre Calvinistas e Comunistas reside em que ambos esses segmentos — dentro de suas peculiaridades — não dizem o que realmente pensam, não fazem o que apregoam doutrinariamente, e, portanto, não vivem conforme as respectivas bandeiras que ostentam, quer no campo religioso, seja na esfera política.
Ninguém jamais viu a Deus. O Criador é insondável. Ele é indizivelmente grande e nós não o podemos compreender. É inescrutável e — o que haveria de ser óbvio para todos — não pode ser "objeto" de estudo ou de análise em bancos de seminários, ou em cursos de mestrado, ou de doutorado.
Ninguém sabe, a
rigor, COISA ALGUMA a respeito de Deus.
A nós, cristãos,
cabe nos ater à Bíblia, isto é, àquilo que o próprio Deus nos permitiu saber,
às revelações que Ele quis e aquelas que ele quiser nos conceder em relação às
variantes da vida, com os enfados e bobagens que sempre a caracterizaram.
Portanto, é inútil
ou são inúteis discussões meramente "acadêmicas" a respeito de Deus.
Sendo Deus
indescritivelmente espírito, a busca de aproximação com Ele evidentemente que
há de vincular-se à espiritualidade.
Nem profetas do
Antigo Testamento, homens eminentemente espirituais (apesar de pecadores como
nós), conheceram a Deus.
Nem Davi, homem
segundo o coração de Deus (apesar de pecador como nós), conheceu a Deus.
São homens que
apenas foram usados por Deus em determinadas situações da vida, mas que jamais
se propuseram formular "teses" teológicas com ares de intelectualidade, isto é,
fora do estritamente espiritual e sobrenatural.
Portanto, aos que
temem a Deus e aguardam a redenção em Jesus Cristo, aí está o chamado Bíblico,
a singeleza misteriosa Bíblica, os inexplicáveis milagres Bíblicos, os
incontáveis diálogos Bíblicos entre Deus e o homem, as muitíssimas, belas e
eficazes orações Bíblicas.
"Com a sua voz
troveja Deus maravilhosamente; faz grandes coisas, que nós não podemos compreender." (Jó 37 : 5)
"Não sabes, não
ouviste que o eterno Deus, o SENHOR, o Criador dos fins da terra, nem se cansa
nem se fatiga? É
inescrutável o seu entendimento."
(Isaías 40 : 28)
Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus!
Quão insondáveis são os seus juízos, e quão
inescrutáveis os seus caminhos! (Rm 11:33)
Eis que Deus é grande, e nós não o
compreendemos, e o número dos seus anos não se pode
esquadrinhar. (Jó 36:26)
Deus
nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do
Pai, esse o revelou. (João 1:18)
Ninguém
jamais viu a Deus; se nos amamos uns aos outros, Deus está em
nós, e em nós é perfeito o seu amor. (I João 4:12)
E disse mais: Não poderás ver a minha face,
porquanto homem nenhum verá a minha face, e viverá. (Êxodo 33:20)
Por que será que o mundo inteiro prefere fingir que não notou, ou se esquiva de fazê-lo por não suportar a realidade da vida?
Todas as pessoas carregam dentro de si, bem escondidas e afagadas, as mesmas carências; envolvem-se com as mesmas bobagens; empolgam-se com as mesmas ilusões; debatem fervorosamente sobre as mesmas e meras suposições; muitíssimas cometem os mesmos erros e doidices; são levadas pelos mesmos impulsos; alimentam os mesmos deslumbramentos; passam pelos mesmos desapontamentos, maiores ou menores, imaginários ou não, trágicos ou banais; são obrigadas a conviver com as mesmas dúvidas...
Desconhecidas
de si mesmas, entristecem-se diante do progressivo surgimento de rugas em razão
do mesmo envelhecimento; e, ao final dessa confusa e caleidoscópica peregrinação,
ora encurtada, ora mais longa, morrem a mesma morte.