sábado, 27 de outubro de 2018

ENFIM, A VERDADEIRA SOBERANIA POPULAR

Nós, cidadãos e eleitores brasileiros, podemos e devemos nos orgulhar abundantemente de nós mesmos.

Estamos, pela força avassaladora do voto, promovendo uma limpeza jamais vista no Brasil.

Ejetamos do cenário político numerosas figuras repulsivas e que desde longa data se dedicavam a carcomer as riquezas do país e a esperança do povo: governadores, deputados, senadores, uma ex-presidente e, além desses, nos livramos de todo aquele fantasmagórico séquito que os rodeava em razão do cargo.

A Justiça, desmantelando a organização partidária que abrigou em seu subterrâneo numerosos delinquentes, condenou e encarcerou aquele tido como mentor ou "líder supremo", juntamente com plurais outros que jazem hospedados em presídios ou ostentando a ridícula tornozeleira eletrônica.

Demos uma lição de democracia nos socialistas-comunistas que tantos e irreparáveis males nos causaram a nós e a países vizinhos. Ensinamos as grandes nações de todo o mundo, muitas das quais, movidas por interesses inconfessáveis, do alto de sua indisfarçada megalomania, mantêm olhos fixados no cenário político do Brasil.

Fomos muito (MUITO) mais eficazes do que todas as instituições tímidas e trôpegas que existem no Brasil as quais se limitam a buscar holofotes televisivos numa eterna discussão supostamente jurídica acerca de delitos horrorosos escancaradamente comprovados e protagonizados por seguidores de uma agremiação partidária sinistra e judicialmente reconhecida como associação criminosa.

Aplausos para os brasileiros que, sem perda do senso de humor que sempre os caracterizou, agiram com extrema sisudez bem ao nosso estilo, mandando às favas protocolos e paradigmas embolorados.

Elegemos um Presidente completamente fora daquele asqueroso estereótipo, livramo-nos de discursinhos atrapalhados e risíveis, e guardamos a expectativa e a esperança de que o eleito, o escolhido por nós através da vontade expressa nas urnas, saiba se conduzir, reconhecendo-se como súdito do povo que lhe outorgou essa nobre missão.

Ao trabalho!

terça-feira, 23 de outubro de 2018

REMENDOS ROTOS


A decadência espiritual da humanidade, que vem de séculos, trouxe e traz entre suas tristes consequências frequentes tentativas por parte de pessoas as quais, assumindo ares teológicos, se esmeram em fazer ou produzir adaptações da Bíblia ao cotidiano miserável em que a vida neste mundo se transformou.


segunda-feira, 22 de outubro de 2018

INSUFICIENTE OU INADEQUADA EVOLUÇÃO

A ciência parece algo microscopicamente confusa, sob o ponto de vista de que se, como difundido em escolas e universidades, o ser humano é produto da evolução a partir de micro-organismos, e se o corpo humano encontra-se impregnado de incontáveis espécimes deles, como bactérias, vírus, fungos etc., por que, então, os mesmos micro-organismos, genericamente falando, dos quais provém ou dos quais teria se originado evolutivamente o ser humano "fazem mal" e com frequência chegam a matar esse mesmo ser humano "evoluído"?

Seria em decorrência de uma certa "falta de hábito" em relação a determinados espécimes de micro-organismos?

Mas e quanto aos milhões e milhões de anos da apregoada evolução, não foram eles ainda capazes de nos propiciar plena adaptação no e ao ambiente existencial em que nos encontramos inseridos, ou seria hipótese de surgimento de novos micro-organismos com os quais o corpo humano ainda não teria tido contato durante esse "tempinho" darwiniano?

sábado, 20 de outubro de 2018

ERA SÓ O QUE FALTAVA!


No Brasil, políticos e respectivos partidos estão sendo aparentemente investigados por alegada disseminação de mentiras relativamente ao adversário!!!

Isso, além de risível e gargalhável, representa o ápice da hipocrisia generalizada, e, claro, protagonizada, inclusive, pelos órgãos ditos investigadores como Imprensa, Polícia Federal e Tribunal Superior Eleitoral, simplesmente porque eles falam e agem como se o mundo político fosse um ambiente de máxima pureza, em cujos antros ou escondedouros a verdade sempre estivesse em primeiro plano, qual bandeira permanentemente hasteada...

Ora, desde a época em que o transporte mais moderno do Brasil era o simpático jegue, ou seja, desde empoeirados tempos, a essência da política à brasileira traduz-se inequivocamente em mentiras de todas as estirpes, as mais estapafúrdias, ridículas e, frequentemente, alvo de chocarrices ou piadas tanto em nosso país como fora dele.

E não se tem notícia de que a candidatura de postulantes à Presidência da República houvesse sido impugnada junto ao Tribunal Superior Eleitoral. Aliás, nunca se falou em investigação ou apuração sobre a veracidade de divulgações quaisquer, verbais ou escritas, desde os folclóricos tempos do Império.

No entanto, agora, com a velocidade de informações propiciada pelas assim chamadas redes sociais, aqueles que se apresentam como paladinos da verdade ou do que pensam ser verdade resolveram que os mais de cento e quarenta milhões de eleitores brasileiros estão sendo feitos de idiotas em decorrência da divulgação daquilo que tem sido apelidado de notícias falsas, sob o entendimento de que nós, eleitores, somos todos um bando de incapazes, isto é, que nossas opções eleitorais oscilam de acordo com as notícias falsas do momento, também apelidadas pelo estrangeirismo de fake news, ainda que no Brasil a gigantesca maioria da população, incluindo precisamente os engraçados políticos, demonstrem evidente e jocosa dificuldade no trato com o seu próprio idioma.


quinta-feira, 18 de outubro de 2018

OS ÚLTIMOS SUSPIROS DE UM PARTIDO


Os Últimos Suspiros de um Partido

O Brasil, os brasileiros e o mundo assistem à triste agonia do assim apelidado Partido "dos Trabalhadores".

O que parece ainda não ter sido percebido é que se trata da mais palpável, perceptível e legítima manifestação de vontade dos cidadãos nacionais que, exaustos, fartos, conscientes e movidos pela sensibilidade peculiar ao ser humano, decidiram por fazer desaparecer do mundo político essa estranha e nefasta agremiação, que tantos males nos tem trazido desde o seu surgimento e mais acentuadamente nos últimos dezesseis anos.

Pela primeira vez na história, NÓS, povo, somos PROTAGONISTAS de verdade, externamos de fato nossa SOBERANA VONTADE ("Todo o poder emana do povo", diz a Constituição) expressa em irresistível rejeição relativamente aos criminosos imersos em incontáveis escândalos de corrupção, ainda que SAIBAMOS PERFEITAMENTE (sim, nós sabemos!) que o candidato emergencialmente plausível, alvo da preferência do eleitor, está longe de ser o ideal; todavia, infinitamente menos pior do que as caricaturas que com ele concorrem ao luxuoso gabinete do Palácio do Planalto.

O desespero dessa organização partidária se mostra plenamente justificável, porquanto foi por nós massacrada nas urnas no primeiro turno, perdendo sua representatividade para cargos de Deputados Estaduais, Federais e Senadores, perdendo sua representatividade para cargos de Governadores, perdendo suas indicações políticas para cargos de alto escalão em empresas estatais, perdendo sua presença nos vários setores da sociedade, perdendo a possibilidade de captação de recursos (lícitos ou ilícitos), perdendo toda a importância que lamentavelmente pudesse algum dia ter tido, saindo de cena, saindo dos holofotes.

Nós, brasileiros, podemos nos orgulhar de nós mesmos, porque além do exercício legítimo e inconfundível da Democracia em seu sentido pujante, não nos deixamos ludibriar, não nos permitimos ser conduzidos por promessas ridículas e obviamente falsas ou fraudulentas, não nos deixamos seduzir por aqueles rançosos argumentos ou insuportáveis e vetustos discursos de um desengonçado, sorrateiro, letal e grosseiramente maquiado regime totalitário socialista-comunista tão desejado pela infronteirada má índole de tantos e pela completa ignorância d'outros.

E, sem dúvida, espera-se ou acalenta-se grandemente o desejo de que as suspeitíssimas urnas eletrônicas se limitem a computar rigorosamente e tão-somente o que os dedos dos eleitores digitarem.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

ESQUECENDO, POR UM POUCO, A DEPRIMENTE QUESTÃO POLÍTICA

Nós, brasileiros, necessariamente temos de reconhecer que o atual Presidente da República, Michel Temer, em seu breve pronunciamento na Assembleia Geral da ONU em 25 de setembro de 2018, prestou relevantíssimos serviços ao Brasil, pela retórica de alto nível, pela objetividade, pela fluidez de palavras, pela elegância, pela abordagem lúcida e consistente de temas muitíssimo importantes para o nosso país e para o mundo.

Fazendo uma pausa, 'inda que breve, relativamente ao que tristemente ocorreu e ocorre no Brasil em termos sociais, institucionais e políticos, e apegando-nos ao uso estrito de isenção, como brasileiros podemos nos sentir orgulhosos e algo confortados por termos deixado no passado recentes e vergonhosas aparições de representantes nossos naquele mesmo cenário da ONU.

É imprescindível, também, perceber que o discurso do Presidente brasileiro facilmente se sobrepõe a todos os demais mandatários estrangeiros, em todos os sentidos, seja de conteúdo ou vernacular, e isso, obviamente, abrange os vaidosos e arrogantes lá presentes, tão conhecidos de todos nós.



sábado, 1 de setembro de 2018

BRASILEIROS, ESSES BRASILEIROS


Os brasileiros podem ser considerados como o povo mais paciente, mais tolerante, mais passivo, mais submisso, mais manobrável do mundo.

Seus governantes, na maioria, devem impagáveis contas à Justiça por delitos os mais diversificados e graves, além de pitorescos e ridículos.

Seus legisladores igualmente saracoteiam para aqui e para acolá exibindo, além do sarcasmo peculiar, pomposas tornozeleiras eletrônicas.

Quando necessitam recorrer à Justiça, ficam anos a fio aguardando por uma decisão que jamais se concretiza, eternizando-se num vácuo construído pelos Juízes mais bem remunerados do mundo, com o dinheiro desses mesmos brasileiros.

Pagam uma variedade enorme de extorsivos e atamancados tributos, e não fazem a menor ideia de que nenhuma empresa, nenhuma pessoa jurídica, se submete aos impostos e contribuições por elas devidos, na medida em que são, com a conivência de leis tronchas, simplesmente repassados para as pessoas físicas, para os trabalhadores, através das manobras apelidadas de tributação indireta.

Saem às ruas e são ora agredidos, ora escarnecidos, ora furtados, sempre roubados, e dão-se por satisfeitos quando não são assassinados.

De quatro em quatro anos emprestam ouvidos às mesmas bobagens e maluquices dos mesmos e inúteis politiqueiros que por uma vida inteira não fazem mais do que se refestelar com o dinheiro público, enriquecer e gargalhar às escâncaras.

Isso não existe em nenhum país deste mundo. Somos espécie única no planeta terra.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

A REDE GLOBO DE FATO APOIOU INCONDICIONALMENTE A REVOLUÇÃO OU GOLPE MILITAR DE 1964. E, AO CONTRÁRIO DO QUE APREGOA, SUA CÚPULA JAMAIS RETIROU ESSE APOIO

No transcorrer da difusão de seu principal Telejornal em 28ago2018, inacreditável o escorregão vexatório da Rede Globo relativamente às declarações do candidato militar Bolsonaro à Presidência da República, segundo o qual essa emissora, pelo seu mandatário Roberto Marinho, fato público e notório, declarou apoio incondicional à Revolução Militar de 1964, também conhecida como Golpe Militar de 1964, que remonta a mais de meio século.

Visivelmente embaraçada e não tendo como esconder o óbvio, a emissora Rede Globo, no afã de tentar "consertar" sua postura de 1964, declarou no horário dito nobre de seu Telejornal que realmente esse apoio explícito ocorrera, mas que no ano de 2013, através de Editorial, a mesma Rede Globo teria desfeito o que fizera ou desdito o que dissera, isto é, verbalizando que o referido apoio teria sido "um erro".

A emissora Rede Globo conseguiu a proeza de piorar muito sua reputação relativamente a esse episódio, por dois vulcânicos motivos:

1. Soa como desajeitada anedota a afirmativa de que esse conglomerado de televisão veio a meditar, raciocinar, entender ou concluir que errara ao apoiar a Revolução ou Golpe Militar de 1964 somente no ano de 2013, ou seja, QUARENTA E NOVE ANOS DEPOIS. Isso estala tal qual criancice ou puerilidade. Demorar Quarenta e Nove Anos para "retirar" o apoio que dera à Revolução ou Golpe Militar chega a ser risível!!!

2. E mais: A Rede Globo também deturpou ou tentou maquiar o fato inapagável de que também não é verdade que o mandatário Roberto Marinho haja "voltado atrás" em seu apoio à Revolução ou Golpe Militar em 2013, simplesmente porque esse respeitável senhor falecera em 2003, ou seja, DEZ ANOS ANTES.

Em suma: O Sr. Roberto Marinho, ao contrário das evasivas da emissora Rede Globo, JAMAIS retirou seu apoio à Revolução ou ao Golpe Militar de 1964.

Por conseguinte, aquilo que milhões de pessoas ouviram durante a entrevista do candidato Bolsonaro aos dois ilustres Jornalistas do Jornal Nacional na data de 28ago2018 simplesmente, além de não refletir a realidade, deixou a péssima impressão ou a já sedimentada constatação de que os meios de comunicação, via de regra, limitam-se a adotar o "jeitão" que seja mais conveniente aos seus interesses.

E, na época da Revolução ou Golpe Militar, o supremo interesse da Rede Globo era não colocar em risco sua posição empresarial do ramo de Telecomunicações, por isso que preferiu propositadamente "cometer o erro"(sic) de manifestar seu incondicional apoio àquele episódio do militarismo brasileiro na década de 1960. Quarenta e nove anos depois, e também em resguardo de seus "sagrados interesses" do momento, vem a público e manifesta solenemente que o referido apoio "fora um erro", e assim o faz ou fez porque não há mais situação de risco quanto a sofrer represálias por parte dos que promoveram e encabeçaram a tal Revolução ou o tal Golpe Militar de 1964.

Que a emissora Rede Globo não se sinta constrangida ou, como perceptível, evidentemente desconfortável em relação a isso, ao ponto de cometer essa gafe de forçar seus narradores do Jornal Nacional a "abrir aspas" e declamar, qual composição poética, nota de retratação com a ânsia de tentar maquiar ou suprimir o insuprimível. Pior ainda considerando que o ilustre mandatário desse conglomerado de telecomunicação, se efetivamente mudara de opinião (direito inquestionável dele), não o pôde fazer, ele próprio, em razão de seu passamento dez anos antes.

Apoiar a Revolução ou Golpe Militar de 1964 não configura crime. Muitos outros e muitas outras também o fizeram.

sábado, 25 de agosto de 2018

ELEIÇÕES 2018: Justificativas de uma Eleitora que se recusa a votar

As razões que me impedem de votar e que me conduzem à abstenção nas Eleições Presidenciais deste ano de 2018 são estas.

O Brasil vive, há empoeiradas décadas, dias conturbados, imerso em elastecida desordem e deprimente caos social. A criminalidade e a completa ausência de seriedade neste país superam qualquer projeção ou expectativa mais pessimista, alastrando-se qual doença epidêmica.

A vida humana tornou-se algo completamente descartável e sob a complacência de um Estado inerte, incapaz, indolente e inveterado promotor de pândegas.

As instituições ditas e tidas como Democráticas de Direito não passam de um arremedo ou de uma caricatura, tal o cenário com mais de duzentos milhões de cidadãos, dos quais sessenta e três mil são mortos ou assassinados todos os anos, sem que isso signifique estarrecimento por parte daqueles que aparentemente governam, legislam e ocupam posições nos Três Poderes de uma claudicante República.

A classe política desde sempre ocupa as páginas e os noticiários dos meios de comunicação de massa via de regra em razão de escrachada corrupção, envolvendo as mais inacreditáveis trapaças com o dinheiro público.

Os discursos grotescos, não obstante, continuam os mesmos, representativos de escárnio e agressão explícita às pessoas de bom senso, de boa sensibilidade e com noção mínima entre o aceitável e legítimo e a pantomima indescritivelmente ridícula.

Num país que se pretende Democrático de Direito, a imposição do voto, a compulsoriedade do voto denota a negação ou a antítese da gregariedade verdadeiramente democrática e balizada por normas jurídicas hígidas, mormente quando se tem em mente que o povo é o detentor do poder ou a emanação unívoca desse poder, e, com essa credencial, jamais poderia ser alvo de coerção estatal, pois que isso configura gritante desfiguração da expressão constitucional e estranha usurpação.

Dito de outro modo, é insuportavelmente contraditório que, no Brasil, se reconheça solenemente a soberania da vontade popular como fonte única do poder e, ao mesmo tempo, se obrigue o soberano povo a "exercer sua soberania", sob pena de multas, masmorras e cadafalsos...

Como brasileira, sinto-me objeto de motejo por parte dos candidatos que ocupam posições na corrida eleitoral com possibilidades de virem a ser eleitos, na medida em que quase todos esses têm seus nomes envolvidos seja em investigações policiais, seja em inquéritos já instaurados, seja em processo criminal, e, por conseguinte, vejo-me enodoada por um sistema político nauseante, que teima em manter-se tal qual precisamente em decorrência da omissão do Estado no preparo de leis matizadas por inconfundível austeridade.

Não bastassem todas essas variantes, há ainda a considerar a de todos sabida susceptibilidade das tais urnas eletrônicas a fraudes e manipulações variadas, fato já demonstrado categoricamente por especialistas até mesmo a Ministros do Tribunal Superior Eleitoral. E tudo permaneceu como d'antes, não se deu a menor importância, como se tal vulcânica absurdeza representasse apenas um "detalhe eleitoral"(sic).

Nem mesmo países com notório avanço tecnológico, nem  mesmo as maiores potências mundiais, fazem uso de urnas eletrônicas em suas eleições simplesmente em decorrência da óbvia fragilidade desse sistema, facilmente manipulável por hackers e, portanto, o resultado das eleições jazeria à mercê de adulteração por criminosos...

E por que cargas-d'água no Brasil se insiste em urnas eletrônicas?!

Pobre eleitor brasileiro!! Pobre contribuinte!!

Como cidadã, como POVO, não compareço às urnas, não voto, abstenho-me como eleitora em decorrência deste conjunto de justificativas, convicta de se tratar de intocável direito meu, independentemente de as vigentes normas legais, incluindo a enciclopédica e confusa Constituição Federal, declararem em contrário e de modo raso, amorfo, inconsistente e insustentável.

Não há candidatos plausíveis. Não há perspectiva política, enquanto perdurante a lamentável mentalidade ou a cultura do niilismo que a nós todos nos priva de dignidade tristemente.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

A MARCHA

O tempo e a vida se esvaem na órbita de uma transcendência que jaz em si mesma ininterrupta.
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